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quinta-feira, 20 de julho de 2017

Por que Lula?

Ricardo Stuckert/ Instituto Lula

Por Roberto Amaral/Cientista Político

Sem surpresa, o País recebeu a anunciada condenação de Lula, sentença que já estava pronta antes mesmo da mal articulada denúncia do Ministério Público Federal, antes mesmo do julgamento na 'República de Curitiba', pois, antes de tudo, estava lavrada pelas classes dominantes – os rentistas da Avenida Paulista, as "elites" alienadas, a burguesia preconceituosa, um empresariado sem vínculos com os destinos do povo e de seu país. Uma "elite" movida pelo ódio e pela inveja que alimenta a vendeta. Denúncia, julgamento, condenação constituem uma só operação política, cujo objetivo é avançar mais um passo na consolidação do golpe em progresso iniciado com a deposição da presidenta Dilma Rousseff.

Tomado de assalto o poder, cumpriria agora destruir eleitoralmente a esquerda, numa ofensiva que lembra a ditadura instalada em 1964. Para destruir a esquerda é preciso destruir seu principal símbolo, assim como para destruir o trabalhismo caberia destruir o melhor legado de Getúlio Vargas. Não por mera coincidência, o dr. Sérgio Moro decidiu dar à luz a sentença a ele encomendada no dia seguinte em que o Senado Federal violentava a Consolidação das Leis do Trabalho.

Desinformando e formando opinião, exaltando seus apaniguados e difamando aqueles que considera seus inimigos, inimigos de classe, a grande imprensa brasileira promove o cerco político, e tece as base da ofensiva ideológica unilateral, porque produto de um monólogo.

Essa imprensa – um oligopólio empresarial, um monopólio político-partidário-ideológico e na verdade o principal partido da direita – que exigiu e obteve a condenação de Lula (e presentemente tenta justificá-la, embora carente de argumentos) recebeu com rojões juninos a sentença encomendada, mas logo se enfureceu porque Lula recusou o cadafalso político e anunciou sua candidatura à presidência.

Ora, dizem os editoriais, os articulistas, os colaboradores, dizem os "cientistas" políticos do sistema, Lula não pode ser candidato, o que revela a motivação da sentença. Já há "cientistas" exigindo que o TRF-4, em Porto Alegre, confirme sem tardança a condenação, e "filósofos" anunciando que a candidatura Lula é um desserviço à democracia (ela que lidera todas as pesquisas de intenção de voto) porque "polarizaria" o debate e as eleições. Doria, não. Bolsonaro, não. Caiado, não. Alckmin tampouco polariza. Mas Lula, sim; por isso precisa ser defenestrado.

A "vênus de prata" já começou a campanha visando à condenação de Lula na segunda instância, e o Estadão (edição de 14 último) anuncia que o "Supremo deve manter condenação de Lula".

Somos testemunhas da tentativa de revanche da direita brasileira. Impedir a candidatura Lula é a defesa prévia ante a ameaça de a população demolir o golpe com as eleições de 2018.

O fato de o libelo (e jamais sentença) de Moro ser obra conhecida, segredo de polichinelo, não releva seu caráter mesquinho e iníquo, ademais de sua inépcia jurídica, desnudada. Do ponto de vista do direito, a "sentença" é um mostrengo e se fundamenta em ilações, presunções, talvez "convicções", artifícios de raciocínio em conflito com a lógica.

Contrariando o direito, que só conhece propriedade e posse, o juiz inventa a figura do "proprietário de fato". A propriedade, segundo nosso Código Civil, se prova mediante o registro em Cartório, mas para acusar Lula se aceita que uma simples delação do proprietário real seja recebida como transferência, e como esse proprietário supostamente doador, empreiteiro respondendo a processos, é usufrutuário de falcatruas, conclui o juiz açodado que o apartamento deve ter sido dado em retribuição a alguma facilidade propiciada pelo ex-presidente, trata-se, portanto, de uma propina. E se é propina, Lula é agente passivo de corrupção.

E por tais caminhos sinuosos, mediante tal exercício de lógica pedestre, condena à cadeia o ex-presidente, para puni-lo, evidentemente, mas para punir antes de tudo com a decretação de sua inelegibilidade. É disto que se trata. Não cabe, pois, discutir a gramática processualística, simples apoio formal de uma decisão eminentemente política, e, do ponto de vista político, um golpe preventivo em face das eleições de 2018, das quais previamente e precatadamente se elimina o candidato que lidera as pesquisas de intenção de voto. É preciso abater esse candidato, pelo que ele simboliza. E assim, e só assim, as eleições poderão realizar-se, disputada a presidência entre Francisco e Chico.

Como temos insistido, às forças do atraso não bastava o impeachment de Dilma Rousseff, pois, o projeto em andamento é a implantação de um regime de exceção jurídica voltado para a desmontagem de um projeto de Estado social, mal enunciado. E um regime com tais características e com tais propósitos jamais alçaria voo dependendo do apoio popular. Daí o golpe. À sua execução se entregou o Congresso, sem ouvidos para as vozes das ruas, surdo em face dos interesses do País e de seu povo, desapartado da representação popular, a serviço do mercado, como tonitrua, sem pejo, o atual presidente da Câmara.

A eliminação de Lula é, pois, a conditio sine qua non do novo sistema para manter o calendário eleitoral, pois as eleições, para serem realizadas, não poderão importar em risco. De uma forma ou de outra, trata-se de um golpe, afastando-se uma vez mais do povo o direito de escolher seus dirigentes.

A identificação de Lula como alvo da reação não é gratuita, nem fato isolado. Lula de há muito transcendeu os limites de eventual projeto pessoal, é mais do que um ex-presidente da República, e é muito mais que fundador e presidente do PT. Independentemente de sua vontade e da vontade de seus inimigos, é, para além de sua popularidade, o mais destacado ícone da esquerda e das forças populares brasileiras. Lula é, hoje, e em que pesem suas contradições, um símbolo, um símbolo da capacidade de nosso povo fazer-se agente de sua História. É um símbolo das possibilidades de o ser humano vencer suas circunstâncias, romper com as contingências e fazer-se ator. Simboliza a potência do povão, do povo-massa, dos "de baixo", dos filhos da Senzala como sujeitos históricos. Simboliza a possibilidade de o homem comum, um operário, romper com as amarras da sociedade de classes, racista e preconceituosa, e liderá-la num projeto de construção de uma sociedade em busca de menos desigualdade social. Por isso é amado e odiado.

Símbolos assim constituem instrumentos de importância capital nos confrontos políticos por sua capacidade de emocionar e mobilizar multidões. Símbolos deste tipo não surgem como frutos do acaso nem se multiplicam facilmente, nem se constroem da noite para o dia. Emergem em circunstâncias especiais, atendendo a demandas concretas da sociedade. São construídos ao longo de certo tempo de provação, de testes dolorosos, como ocorre com os heróis clássicos, percebidos pela comunidade como portadores de virtudes.

O símbolo Lula não é produto do acaso, nem consequência de um projeto individual. Trata-se do fruto histórico resultante do encontro do movimento sindical com as lutas populares, construindo a primeira liderança política brasileira que emergiu do proletariado, do chão de fábrica, para a Presidência da República. Um feito de dificílima repetição, neste país aferrado ao autoritarismo conservador.

É contra esse instrumento da luta política de massa que se arma a prepotência das classes dominantes brasileiras, filhas do escravismo, incuravelmente reacionárias, incuravelmente atrasadas, presas à ideologia da Casa Grande, desapartadas dos interesses do povo e da nação, descomprometidas com o futuro do país.

Ao abater Lula, pretende a direita brasileira dizer que o povo – no caso um ex-imigrante do Nordeste profundo, sobrevivente da fome, um ex-metalúrgico, um brasileiro homem-comum, um dos nossos –, não pode ter acesso ao Olimpo reservado aos donos do poder. É um "chega prá-lá", um "conheça o seu lugar", um "não se atreva", um "veja com quem está falando".

A condenação de Lula tem o objetivo de barrar a emergência das massas, barrar os interesses da nação, barrar o avanço social, barrar o ideal de um Brasil desenvolvido e justo. Visa a barrar não o lulismo, mas todo o movimento popular brasileiro. Quer deter não apenas o PT, mas todas as organizações políticas do espectro popular (que não se enganem a esse respeito aqueles que sonham em crescer nos eventuais escombros do lulopetismo).

A defesa de Lula, a partir de agora, não é uma tarefa, apenas, de seu partido e dos seus seguidores. Ela representa, hoje, a defesa da democracia. É só a primeira batalha, pois muitas nos aguardam até 2018.
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Segundo COAF, Edilázio usava irmã e motorista como testas de ferro

Jornal Pequeno – Além do depósito de R$ 123 mil na conta de sua sogra, a desembargadora Nelma Sarney, o deputado estadual Edilázio Júnior (PV), segundo o Conselho de Controle de Atividades Financeiras (COAF), por meio de procuração ou informalmente, “seria o verdadeiro responsável pela movimentação financeira nas contas de sua irmã Karla Conceição Lima da Silva Passos e da empresa J.Mesquita Alves”.

De acordo com relatório de investigação financeira de número 11.581, “as contas eram utilizadas para recebimento e repasses de valores para servidores públicos, em geral ligados à Assembleia Legislativa, empresas e pessoas físicas que possuem contratos administrativos com órgãos públicos e para Edilázio Júnior”, revela o documento.

Sobre a conta de Edilázio Júnior no Bradesco, o COAF aponta que “a movimentação era caracterizada pelo recebimento de depósitos em espécie e em cheques cujos depositantes não teriam sido identificados”.

O COAF descobriu ainda que o deputado Edilázio Júnior movimentou, como procurador ou representante legal da empresa J.Mesquita Alves, o valor de R$ 2,3 milhões entre abril e outubro de 2012. O parlamentar jamais integrou o quadro societário da empresa, criada em 2003 como firma individual e com um capital de R$ 30 mil.

Segundo o COAF, a empresa J. Mesquita Alves foi aberta por James Mesquita Alves, que trabalhava como motorista na empresa Higienizadora São Luís Ltda, e recebia um salário de R$ 1.143,60.

Além de Edilázio Júnior e sua irmã Karla da Silva Passos, o COAF identificou movimentações financeiras suspeitas vinculadas ao parlamentar do PV nas contas bancárias de Ed Terra Monteiro, Fabio Henrique Sales Souza, Igor Thiago Pinheiro Passos, José de Ribamar Castro Nogueira, Maria do Socorro Almeida Lima, Renan Pinheiro Passos e Rodrigo Américo Ferreira Souza, além das empresas J.Mesquita Alves, M. Santos Comercio e Locação, MK3 Comércio e Serviços e Psicoclinica Elnaem.
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quarta-feira, 19 de julho de 2017

“ASA” PERDE O CONTROLE APÓS SER DEFENESTRADO DO PSB E ARMA BARRACO EM BRASÍLIA

Blog do Jorge Vieira - O senador Roberto Rocha, o “Asa de Avião”, perdeu o controle e armou o maior barraco na sede do Partido Socialista Brasileiro, em Brasília, após ter o filho Roberto Rocha Júnior defenestrado da Comissão Provisória Municipal de São Luís.

Segundo informa do blog Marrapá, Rocha teria chegado ao local furioso, exigindo falar com o presidente da sigla, Carlos Siqueira, imediatamente. Orientado a esperar, o senador começou a gritar, mas saiu com as mãos abanando.

Rocha perdeu o controle da Comissão Provisória do PSB após trair as orientações do partido e dá demonstração de subserviência ao presidente golpista Michel Temer

Rocha também é acusado de trair o governador Flávio Dino, responsável pela sua eleição e atuar de forma contrária aos interesses do Maranhão por conta de ambição pessoal.

A nova Comissão Provisória, que tem prazo de validade até 31 de dezembro deste ano, agora está sob o comando do deputado estadual Bira do Pindaré, este sim um militante socialista e voltado para os interesses do Maranhão.
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PT CONDENA “VIOLÊNCIA INOMINÁVEL” DE MORO EM ALIANÇA COM A GLOBO



247 – Sob o comando da senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR), o Partido dos Trabalhadores condenou a decisão do juiz Sergio Moro de confiscar todo o saldo das contas bancárias do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, assim como seus imóveis – incluindo sua residência em São Bernardo do Campo (SP).

"Foi uma decisão mesquinha", diz a nota "de quem se vale da cumplicidade com a Rede Globo para cometer todo tipo de arbitrariedades contra o maior líder popular do País."

O PT afirma ainda que "a cada ato de violência, como os praticados por Sergio Moro, fica mais claro para o povo brasileiro que Lula é vítima da mais avassaladora perseguição judicial, midiática e política que já se viu neste País."

Leia, abaixo, a íntegra:

NOTA OFICIAL DO PT

Depois de condenar o ex-presidente Lula sem provas, de propagar mentiras e contradizer sua própria sentença, o juiz Sergio Moro decidiu agora vingar-se de um inocente. Ao bloquear os bens de Lula, em decisão revelada hoje (19), Moro decretou uma pena de asfixia econômica que priva o ex-presidente de sua casa, dos meios para subsistir e até para se defender das falsas acusações.

Foi uma decisão mesquinha, tramada em segredo ao longo de 9 meses com a Força Tarefa de Curitiba, e concluída após a forte reação da sociedade e do mundo jurídico à sentença injusta no caso do tríplex. É um caso típico de retaliação, de quem se vale da cumplicidade com a Rede Globo para cometer todo tipo de arbitrariedades contra o maior líder popular do País.

A cada decisão que profere, Moro escancara as contradições do processo do tríplex. Ele condenou Lula por ser o suposto dono do imóvel, mas fugiu à prova da inocência, argumentando que a propriedade não seria relevante para o caso. Reconheceu que a construção do prédio foi financiada por um fundo gerido pela Caixa, mas, contraditoriamente, condenou Lula alegando que a obra teria sido paga por uma suposta conta de propinas. E, mesmo admitindo que Lula não recebeu recursos desviados da Petrobrás, condenou Lula a ressarcir a estatal em R$ 16 milhões.

A decisão revelada hoje é ainda mais grave, porque os efeitos da pena de asfixia econômica são imediatos. A alegação de Moro para o bloqueio de bens é mais uma injúria assacada pelo juiz contra Lula, mais uma iniquidade como as que foram cometidas contra dona Mariza e a família do ex-presidente. Moro mostrou mais uma vez que não tem equilíbrio, discernimento nem a necessária imparcialidade para julgar ações relativas ao ex-presidente Lula.

Depois de três anos de investigação, de quebrar o sigilo fiscal e bancário de Lula, seus familiares e colaboradores, o juiz Sergio Moro sabe que o ex-presidente não tem contas ocultas nem patrimônio inexplicável. Sabe também que o patrimônio e os bens de Lula são aqueles atingidos pelo bloqueio, compatíveis com o de uma pessoa de 71 anos que trabalha honestamente desde criança.

A cada ato de violência, como os praticados por Sergio Moro, fica mais claro para o povo brasileiro que Lula é vítima da mais avassaladora perseguição judicial, midiática e política que já se viu neste País. O PT repudia mais esta arbitrariedade e vai reagir, por todos os meios, para impedir que se consume essa violência inominável.

São Paulo, 19 de julho de 2017
PARTIDO DOS TRABALHADORES
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JANINE ARTICULA BANCADA DA EDUCAÇÃO NO CONGRESSO PARA 2018

LULA MARQUES
Jornal GGN - O colunista Lauro Jardim informou nesta terça (19) que o ex-ministro Renato Janine Ribeiro articula "uma frente de candidatos a deputado federal pela Educação". A ideia é eleger, em 2018, pelo menos 10 parlamentares especializados na área "para qualificar a condução de temas educacionais no Congresso."

No Facebook, Janine disse que apenas conversa a respeito da eleição de uma bancada menos preocupada com números e mais interessada em discutir a "qualidade" do ensino. Ele ainda afirmou que não sabe se será candidato em 2018, e que, no momento, dedica-se à vida acadêmica, com previsão de lançar um livro dia 18 de agosto.

Leia abaixo a publicação do ex-ministro sobre a nota de Lauro Jardim:

"Não deixa de ser uma boa ideia.

Mas esclareço: falei sim disso a várias pessoas. Penso que deveríamos ter um grupo sólido, de vários Estados, de vários partidos,comprometido com a qualidade da educação. Não é (apenas) dinheiro para educação, é qualidade mesmo. Sei que existe uma frente parlamentar a respeito, e é ótimo que assim seja. Mas o ideal é um grupo muito focado na qualidade da educaçao como grande fator a promover a igualdade de oportunidades no País. Gente que discuta o conteúdo mesmo das medidas a propor.

Eu candidato: realmente não sei. Gostei de ser ministro, apesar das dificuldades de um ano terrível. Vi que as demandas eram quase todas concentradas em mais dinheiro. Senti a ausência de debates sobre a qualidade. Mas realmente não sei se gostaria de ser candidato. No momento, estou pondo em dia os livros que queria, há muito tempo, escrever. Dia 18 de agosto, sai o primeiro deles, A Boa Política, pela Companhia das Letras.

Lauro Jardim detalhou muito bem, mas o desenvolvimento da ideia é dele - com quem nunca conversei - não meu. Mas penso que seria muito bom termos um compromisso sério com a qualidade da educaçao, sobretudo básica."
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Prefeito Janes Clei assina dois convênios com a Codevasf

O Prefeito de Formosa da Serra Negra, Dr. Janes Clei, assinou, na manhã desta quarta-feira(19), em São Luís, na Superintendência da CODEVASF(Companhia do Desenvolvimento do Vale do São Francisco) dois convênios a favor da população do município.

Acompanhado do Vice-Prefeito Renato Jorge e do Superintendente da CODEVASF, João Francisco Jones Fortes Braga, Janes Clei assinou o convênio que contempla a construção do trecho da estrada que liga os povoados Varjota a Gadeia e outro convênio da aquisição de um trator todo equipado para servir à população da cidade.

Trabalhador incansável, Dr. Janes Clei mesmo diante da crise financeira que se abateu sobre os municípios brasileiros não tem medido esforços de continuar trabalhando pela população de Formosa da Serra Negra, indo buscar recursos e bem feitorias onde ela estão. Janes Clei tem dado demonstrações de que não é um homem de blá, blá, blá e nem de "mentiras" como tem sido a oposição derrotada em outubro de 2016 que deixou a cidade em estado de calamidade pública e de abandono. 

Outras conquistas para Formosa da Serra Negra deverão acontecer nos próximos dias com assinaturas de novos convênios por parte do Prefeito Janes Clei para continuar colocando o município na rota do desenvolvimento e do progresso social. 
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Conselho de Pastores e Obreiros de Tuntum realizará palestra sobre "suicídio" neste sábado 22

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O Conselho de Pastores e Obreiros de Tuntum, através da sua presidência, realizará na Primeira Igreja Batista de Tuntum no próximo sábado a partir das 19 horas um momento de louvor a Deus seguido da palestra "Suicídio no mundo Cristão".

A palestra  "Suicídio no mundo Cristão" será conduzida pela acadêmico de medicina Mateus Carvalho e Membro da Liga de Psiquiatria do Maranhão e será aberta ao público em geral.

No convite da presidência do Conselho de Pastores e Obreiros de Tuntum há um chamado a todos da cidade  para ficarem cientes sobre o tema e suas implicações na condução do comportamento atual das pessoas. Sempre defendendo o legado da vida diante da morte palestrante e Conselho de Pastores e Obreiros de Tuntum esperam contribuir para os esclarecimentos sobre este tema que tem se abatido sobre as famílias do município. 

A 1ª Igreja Batista de Tuntum fica localizada na Rua Presidente Médici na mesma Rua do Clube Tubarão.
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Copyright © | Direção: Jornalista Emerson Araújo | Bate Tuntum | Suport/ 99 98271-8514