HADDAD LIDERA NA CAPITAL PAULISTA

Stuckert
247 - O presidenciável do PT, Fernando Haddad, que perdeu a reeleição para prefeito de São Paulo em 2016, venceria o também candidato ao Planalto Jair Bolsonaro (PSL) na cidade de São Paulo, de acordo com pesquisa do Datafolha. Os dois marcam empate técnico no primeiro turno, mas o ex-prefeito da capital paulista abre 45% a 34% sobre o rival no segundo turno.

Nas intenções de votos em nível nacional, o levantamento apontou Bolsonaro na liderança, com 28% do eleitorado. contra 16% de Haddad, seguido pelo ex-ministro Ciro Gomes (PDT), com 13%. 

O ex-governador de São Paulo Geraldo Alckmin (PSDB) alcança 9% e a ex-senadora Marina Silva (Rede), 7%.

NO MARANHÃO, FLÁVIO DINO CONSOLIDA CRESCIMENTO E LIDERANÇA

Ricardo Stuckert
247 - O candidato à reeleição no estado do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB), continua aumentando seu favoritismo e pode vencer o pleito já no primeiro turno. Dino subiu de 43% para 49%, segundo o Ibope. A ex-governadora Roseana Sarney (MDB) oscilou para baixo (de 34% para 32%). Maura Jorge (PSL) foi de 3% para 5% e Roberto Rocha (PSDB) passou de 3% para 2%. Ramon Zapata (PSTU), que tinha 1% no levantamento anterior, foi a zero neste. Odívio Neto (PSOL) não pontuou.

A reportagem do jornal O Estado de S. Paulo destaca que "os votos brancos e nulos passaram de 8% para 7%, enquanto os que não souberam ou não opinaram foram de 7% para 5%" e que "no único cenário de segundo turno testado, Dino apareceu com 54% e Roseana, com 37%". 

A matéria ainda perpassa o estado da Paraíba. Lá, João Azevêdo (PSB), disparou de 17% no mês passado para 32%. O pessebista aparece agora tecnicamente empatado com Zé Maranhão(MDB), que oscilou de 31% para 28%.

Lucélio Cartaxo (PV) oscilou de 18% para 19%. Tárcio Teixeira (PSOL) foi de 3% para 2%. Rama Dantas (PSTU) não pontuou em nenhum dos dois levantamentos.

FHC enterra Alckmin e afirma que apoiará Haddad no segundo turno. Por José Cássio

DCM - O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso jogou a pá de cal sobre as pretensões presidenciais de Geraldo Alckmin.

Convencido de que nem reza brava salva a candidatura do colega de partido, tem dito a amigos, conforme noticiou o site Catraca Livre, que por exclusão vai de Haddad na eventualidade do petista disputar o segundo turno contra Bolsonaro.

Não é a primeira vez neste processo eleitoral que FHC se diverte escarnecendo de Geraldo. Primeiro, de forma irresponsável com o partido, insuflou a candidatura do apresentador Luciano Huck. Depois, deu corda a João Doria.

Em outra investida, tentou organizar uma frente de apoio à Marina Silva. 

Como nada deu certo, calou-se neste início de primeiro turno para agora vir a público novamente aproveitando a condição de guru diversionista predileto da mídia tradicional.

A despeito de toda crítica que se possa fazer ao ex-presidente, de uma coisa não se pode acusar FHC: ele não está sendo incoerente ao tripudiar de Geraldo.

As diferenças entre ambos vêm desde 2006, quando Geraldo tentou a presidência pela primeira vez. 

Na época, FHC batalhava pela candidatura de Serra, mas teve de engolir o ex-governador por força sua capilaridade junto à máquina partidária tucana.

O resultado desta eleição é um clássico das disputas presidenciais. Embalado pela mobilização do primeiro turno, que acabou elegendo Serra governador, Geraldo conseguiu na bacia das almas chegar ao segundo com Lula.

Abandonado à própria sorte, conseguiu a proeza de diminuir a votação na disputa final, num dos maiores micos eleitorais deste início de século. 

Dois anos depois, FHC e sua trupe “conspiraram” novamente contra Geraldo na disputa que deu a reeleição a Gilberto Kassab à prefeitura de São Paulo.

O troco veio em 2016. Geraldo, aproveitando que FHC apita muito na crônica política tradicional, mas quase nada na militância tucana, tirou do ex-presidente a chance de ver o pupilo Andrea Matarazzo concorrendo à prefeitura.

Geraldo daria aquela que seria a sua cartada de mestre para alcançar a presidência, sem saber que na verdade estava preparando para si o caldo de veneno do próprio estrupício que criou: tirou da cartola João Doria, um publicitário espertalhão, e conseguiu fazê-lo prefeito de São Paulo. 

Neófito em política partidária, mas atenado com as oportunidades de ocasião, o prefeito eleito logo notou que o ninho tucano não era lugar para bons amigos e que ali o que imperava eram os interesses pessoais de cada um.

Dali a trair Geraldo na primeira curva foi um passo.

Não emplacou o plano A da presidência mas não abriu mão do B: lançou-se na corrida ao governo do Estado e o que conseguiu, além de expor a mediocridade e atrapalhar a vida do padrinho, foi passar para a história com a pecha de traidor e ingrato – o que de pior pode existir na vida orgânica da política profissional.

É nesse ambiente de salve-se quem puder que FHC volta à cena para dizer do seu apoio a Fernando Haddad.

Ele que já sentou na cadeira de prefeito e passou pela humilhação de ver Jânio Quadros detetizar a peça antes de tomar posse, que conspirou contra democracia ao dar corda ao irresponsável Aécio Neves, que “comprou” deputados para garantir a sua própria reeleição e “vendeu” o patrimônio do Brasil, reaparece agora rifando o colega e se jogando no colo daquele que tem potencial para ser o novo presidente do país.

Lula, um conciliador por natureza, e Fernando Haddad, que também tem um temperamento ameno e preza por relações amistosas, talvez vejam a iniciativa com bons olhos. Afinal, trata-se de um apoio relativamente importante.

Porém, convém lembrar que FHC não é lá uma Brastemp no tocante às suas análises e decisões estratégicas. 

Vem errando feio faz tempo e não se pode tirar das costas dele o fato de, com seu apoio ao golpe de 2016, entre outras estripulias, nosso país se encontrar hoje à beira do abismo.

Poção de Pedras também diz sim para Daniella Tema

Blog do Djalma Rodrigues - Com uma performance de campanha altamente positiva, angariando apoios de norte a sul do Maranhão, Daniella Tema, que disputa uma vaga na Assembleia Legislativa pelo DEM, esteve na noite desta terça-feira (18), na cidade de Poção de Pedras, onde foi recepcionada em praça pública por uma grande multidão.

Daniella Tema e seu esposo, o prefeito de Tuntum e presidente da Famem, Cleomar Tema foram recepcionados pelos vereadores Dutra Croar, Adailsa e o esposo desta, Leal Bezerra e pelo ex-prefeito do município Gildásio Ângelo. Diversas lideranças políticas se manifestaram favoráveis à candidatura de Daniella Tema.

A candidata destacou haver empunhado a bandeira da saúde pública, pela experiência adquirida como diretora geral do maior hospital público do Maranhão, o Socorrão regional da cidade de Presidente Dutra, onde ela executou um trabalho que até hoje é elogiado pela população e pelo governador Flávio Dino.

“Trago essa experiência e, na Assembleia Legislativa, vou lutar pelo fortalecimento da saúde pública no Maranhão, para que possamos continuar avançando, dentro das diretrizes que foram traçadas pelo nosso governador Flávio Dino”, afirmou Daniella Tema.

O esposo desta, que é prefeito pela quinta vez de Tuntum e comanda a Famem pela terceira vez, asseverou que Daniella Tema tem a capacidade e a sensibilidade suficientes para representar o povo maranhense na Assembleia Legislativa. 

Os dois vereadores e o ex-prefeito Gildásio Ângelo destacaram que o apoio a Daniella Tema é o resultado do trabalho por ele executado como dirigente do Socorrão de Presidente Dutra. Para eles, a excelente gestão ali exercida a credenciou para ocupar uma cadeira no Parlamento do Maranhão.

(Com edição de fotos)

Ibope joga a toalha e dá vitória a Dino no primeiro turno

Resultado de imagem para FLÁVIO DINO
Nem o Ibope mente como antes no Maranhão.

De acordo com a pesquisa divulgada há pouco pela TV da oligarquia Sarney, Flávio Dino lidera com 49%, seguido pela dona da emissora, Roseana Sarney (32%), Maura Jorge (5%) e Roberto Rocha (2%). Ramon Zapata (PSTU) e Odívio Neto (PSOL) não pontuaram.

Considerando apenas os votos válidos, o atual governador venceria a disputa pelo Palácio dos Leões ainda no primeiro turno, com 57% contra 36% da filha de Sarney.

Na disputa pelo Senado Federal, o candidato à reeleição, Edison Lobão, tem 25%, seguido por Sarney Filho (23%), Eliziane Gama (23%), Weverton Rocha (20%), Zé Reinaldo (12%), Alexandre Almeida (4%), Preta Lú (2%), Saulo Pinto (2%), Samuel de Itapecuru (2%), Saulo Arcangeli (1%) e Iêgo Bruno (0%).

O Ibope ouviu 1008 pessoas entre os dias 16 e 18 de setembro. A pesquisa foi registrada no TSE com o número 07474/2018. A margem de erro é de 3 pontos percentuais.

Marrapá(com edição de título e foto)

TSE libera participação de Lula em programa de Haddad

Ministros do Tribunal Superior Eleitoral avaliaram, na noite desta terça-feira (18/9), não haver irregularidade na participação do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva como apoiador em propagandas de candidatos no horário eleitoral gratuito. A legislação prevê: o apoiador pode ocupar até 25% do filme. As informações são do portal Jota.

Os ministros Luís Roberto Barroso, Jorge Mussi e Tarcísio Vieira de Carvalho afirmam que o líder petista, apesar de ter sido barrado como candidato, não perdeu seus direitos políticos com a condenação em segunda instância a 12 anos e um mês de prisão pelos crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro no caso tríplex no Guarujá (SP).

A perda dos direitos políticos ocorre quando não há mais chances de recursos contra a condenação.

“Como nós decidimos, o ex-presidente não pode registrar sua candidatura e não pode fazer campanha. Ele não teve seus direitos políticos casados, consequentemente tem direito de participar da campanha e apoiando quem a ele a prover”, afirmou o ministro Luís Roberto Barroso.

O ministro Tarcísio Vieira de Carvalho reforçou a tese: “Compreendo que acrescentar a pena de proibição de aparição seria acrescentar pena de banimento à conclusão que trilhamos no processo de registro de candidatura. Isso agrediria a ordem jurídica constitucional vigente”.

Essa posição foi seguida pelo ministro Jorge Mussi. “Com as considerações do ministro Barroso, acompanho o relator”, concluiu o togado.