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quarta-feira, 20 de agosto de 2014

Com Flávio Dino, municípios terão ajuda para receber mais verba


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Nem sempre os municípios têm as condições ideais para elaborar projetos que podem representar mais recursos disponíveis para obras e serviços. O governo estadual pode e deve ajudar a garantir essas condições. É o tema de hoje das Soluções Para Mudar o Maranhão.

O Programa de Governo de Flávio Dino prevê instituir o instituir o Programa de Assistência Técnica aos Municípios (PROMUNICIPIO). A iniciativa vai permitir que as prefeituras apresentem projetos adequados para receber mais verbas do governo federal e do estadual.

Para liberar verbas adicionais, o governo exige que os projetos atendam a pontos específicos, a fim de garantir o bom uso do dinheiro. E nem sempre os municípios contam com a estrutura ideal para fazer esses projetos.

O PROMUNICIPIO vai também dar as orientações necessárias para a prestação de contas dos convênios executados. Isso vai garantir velocidade e eficiência no serviço.

Flávio Dino gerou 900 mil empregos em todo o Brasil somente em 2013

Os recordes alcançados pelo Instituto Brasileiro de Turismo (Embratur) sob o comando de Flávio Dino garantiram emprego a 900 mil brasileiros somente no ano passado. É o que demostra cálculo do instituto WTTC (World Travel and Tourism Council), o principal órgão internacional do setor.

Segundo o Conselho, a cada 6,7 turistas que visitam um país gera-se um emprego. Com o crescente número de turistas visitando o Brasil, sobretudo no período da atuação de Flávio Dino na presidência da Embratur (órgão do Governo Federal responsável pelo setor), o país garante 900 mil empregos vinculados ao setor.

Flávio Dino destacou a importância social do aumento de turistas para o Brasil, tarefa que coordenou por dois anos e meio à frente da Embratur. “Aumentar a entrada de divisas é desenvolver o Brasil, é gerar emprego nos restaurantes, lanchonetes, hotéis e pousadas. No comércio informal e no artesanato. Investir no turismo é ajudar o Brasil a crescer,” disse Flávio Dino.

De 2011 (ano em que assumiu a presidência do órgão) a 2013, o número de turistas estrangeiros passou de 5,4 milhões de turistas por ano para 6,1 milhões – segundo a Polícia Federal.

terça-feira, 19 de agosto de 2014

Polícia prende suspeito de estuprar mais de 30 mulheres em Teresina


Aliny Gama
Do UOL, em Maceió

Policiais do Rone (Rondas Ostensivas de Natureza Especial) prenderam, nesta terça-feira (19), um homem acusado de atacar e estuprar pelo menos 30 mulheres em Teresina.

O acusado João da Cruz Nascimento, 31, conduzia uma moto roubada no conjunto residencial Parque Sul quando foi abordado por policiais. Ele está preso na Central de Flagrantes de Teresina, onde aguarda transferência para unidade do sistema prisional do Piauí.

Segundo a delegada Vilma Alves, há relatos de que ele vinha agindo havia dois anos nos bairros de Ilhotas e no centro de Teresina, usando uma moto vermelha.

"Ele abordava as vítimas usando uma moto em plena luz do dia. Escolhia mulheres que estavam sozinhas e mostrava uma arma para obrigá-las a deixá-lo entrar no veículo. Ele deixava a moto em um lugar qualquer e seguia no carro com a vítima. Alguns estupros ocorriam em motéis e outros no carro mesmo, em ruas não movimentadas", contou a delegada.

A Delegacia da Mulher registrou seis boletins de ocorrências no último mês com denúncias de estupro, todos informando as mesmas características de Nascimento. Também há registros nos 3º, 5º e 6º Distritos Policiais de Teresina.

Segundo a polícia, em um dos boletins de ocorrências uma das vítimas relatou que Nascimento telefonou para ela para saber como ela estava e se tinha gostado de ser estuprada por ele.

A polícia informou que as vítimas de Nascimento são mulheres entre 20 e 30 anos, inclusive uma advogada que foi atacada a dois quarteirões do 5º DP.

Cinco mulheres já foram à Central de Flagrantes fazer o reconhecimento do acusado. Nascimento está prestando depoimento à polícia nesta manhã e não conversou com a imprensa. Não foi encontrado o advogado do suspeito. A polícia tampouco informou o conteúdo do depoimento.

A história se repete: Corrupção enraizada mina a última oligarquia

Artigo do jornalista Othelino Filho

othelino filho
O clamor solidário da população contra o conjunto de desmandos praticados no Maranhão, ao longo de décadas, pelos grupos dominantes, foi manifestado de modo relativamente tímido, durante longo tempo (com hiatos de resistências históricas, porém, sem consequências definitivas).

Tomou vulto e passou a ecoar progressivamente, à medida em que as posturas se intensificavam, tornando-se cada vez mais sofisticadas e céleres, então sob a garantia de absoluta impunidade.

Logo o sentimento coletivo evoluiu para uma indignação consciente, com denúncias fundamentadas através de movimentos e redes sociais. Na agenda dos insubmissos, o inconformismo com a falta de ética na política, caracterizada, entre outras práticas lesivas, pelo mau uso do dinheiro público e enriquecimento ilícito, envolvendo parte significativa dos que são escolhidos para representar a sociedade, bem como em relação às pessoas nomeadas para ocupar cargos-chaves nos poderes constituídos.

A palavra de ordem passou a ser alternância de poder. Essa exigência por mudanças pontificou tão vigorosamente que assumiu o caráter de fenômeno social. Envolve as pessoas de bem, que acalentam o sonho de estudar, se qualificar, trabalhar e viver com dignidade, compostas por mulheres e homens; crianças, jovens e idosos de todas as etnias, credos e posições socioeconômicas.

Chegou-se à conclusão óbvia de que, muito mais do que antidemocrático e injusto, é puro exercício de uma dominação tirânica o fato de apenas um clã e seus seguidores mais próximos se locupletarem das riquezas do Estado. Realidade agravada com a exploração e opressão de trabalhadores humildes, da cidade e do campo. Gente de boa-fé, indefesa, que paga com sacrifício, suor, sangue e lágrimas a circunstância de ter nascido e viver sob o jugo de uma oligarquia egoísta, cruel, sequiosa de poder e fortuna. Chega de tragédia humana, de horror!

Demonstrando caráter dúbio e repugnante, alguns políticos tornaram-se renegados. Mudam de posição ao sabor das próprias conveniências. Pouco ou nada importam o interesse público e o bem comum. O deputado e secretário de Estado da Saúde, Ricardo Murad, expressa bem essa figura abominável.

Bastou que o grupo político de onde veio, rompeu furiosamente e para onde voltou rastejando (não se sabe até quando fica), caísse em queda livre, ele agride adversários para prestar serviços. O ex-governador José Reinaldo (candidato a deputado federal) e o deputado estadual Othelino Neto (candidato à reeleição), ambos com vibrante receptividade no eleitorado maranhense, têm sido alvo dos seus impropérios.

Embora pretendamos continuar debatendo ideias, apontando soluções para vencer o estado de penúria a que os maranhenses foram relegados pela oligarquia sarneyzista que hoje defende, vamos relembrar o nível de coerência do “trator”, reconhecendo-o indiferente às leis, antiético e politicamente volúvel e desastrado.

Ricardo Murad é irmão de Jorginho, marido e sócio de Roseana Sarney. É cunhado de Fernando Sarney. Ingressou na carreira política sob extrema empolgação com a performance do “maior estadista de todos os tempos”, José Sarney. Foi eleito deputado estadual e federal.

Preterido na aspiração de ser candidato a governador do Estado em 1994 (quando foi escolhida Roseana, a filha predileta de Sarney), rompeu com o grupo de origem e, dando uma guinada de 180 graus, tornou-se ferrenho opositor, acusando o seu ex-guru de chefiar a mais nefasta oligarquia brasileira. Por conta do parentesco próximo com a então governadora, foi impedido de se candidatar em duas eleições. Em 2002, foi candidato sub judice ao governo pelo PSB. Lançou a campanha em meados de fevereiro, anunciando as principais características de “um governo de oportunidades para todos”.

Na ocasião, realçou “uma proposta voltada para o enfrentamento dos graves problemas sociais, mas denunciando a corrupção e o atraso da oligarquia Sarney, no Maranhão”. Em breve pronunciamento, Ricardo Murad afirmou: “O Governo Roseana privilegia os interesses particulares”, acrescentando que “o Maranhão, um Estado potencialmente rico, tem atualmente o povo mais necessitado do Brasil. As fortunas existentes, com raras exceções, são de pessoas que ou passaram por cargos políticos, ou pertencem aos esquemas formados pelo grupo dirigente…”

Insistiu, enfaticamente: “O Maranhão não tem governo, os serviços públicos não funcionam”, denunciando que “o nível de produção atual do Maranhão é menor que o de 20 anos atrás e, nesse sentido, queremos assegurar a estrutura pública para garantir a produção e a comercialização dos produtos básicos, redirecionar o governo para o foco do anônimo, massificar o ensino e garantir a formação de mão de obra qualificada”. (JP, 16.2.2002). Com receio de ter a candidatura cassada e ser condenado a todos os ônus processuais, renunciou.

Durante quase dois anos, comandou a Gerência Metropolitana na Administração José Reinaldo (a quem reiteradamente exaltava como o melhor governador e extraordinário líder do movimento libertário do Estado). Em consequência de denúncias de gestão temerária, com inúmeras irregularidades, entre as quais autorização para execução de obras sem licitação, favorecimento e uso político do cargo (comprovados), foi demitido. Rompeu com José Reinaldo e, incontinenti, reintegrando-se ao seio oligárquico, foi nomeado coordenador da campanha caluniosa, injuriosa e difamatória tanto contra o governo do ex-amigo, correligionário e chefe, quanto em relação ao cidadão Zé Reinaldo e à família. (Prática criminosa repetida, agora, contra Flávio Dino, favorito disparado em todas as pesquisas. O prefeito Edivaldo Holanda é outra vítima).

Em 2004, candidatou-se a prefeito de São Luís, apoiado pelo clã Sarney, ao qual pertence por afinidade familiar. Patinou nos sete por cento dos votos, assumindo a lanterna entre os candidatos em condições de vencer as eleições. Depois de passar pelo PFL, PSD, PDT e PSB, hoje é filiado ao PMDB. Onde andam autoridade moral e coerência do trânsfuga? Certamente nos porões da obscuridade oligárquica enraizada…

(**) Este artigo é dedicado ao estadista Eduardo Campos, que honra para sempre a política e a Nação brasileiras, fiel ao perfil familiar, incluindo o seu avô Miguel Arraes.

Do Marrapá

Fraude que desviou R$ 500 milhões na Caixa Econômica prejudicou 5 mil maranhenses

Dezoito pessoas ouvidas, além de mandados de busca e apreensão de documentos e suspensão da função pública. Esse foi o resultado da Operação Cartago, deflagrada hoje, pela Polícia Federal, que investiga suposto esquema de fraude envolvendo financiamento imobiliários dentro das agências da Caixa Econômica Federal (CEF) de São Luís. As buscas foram realizadas nas casas de funcionários das agências da Caixa, que seriam os principais envolvidos no esquema fraudulento.
De acordo com a Superintendência da Polícia Federal em São Luís, o esquema com fraude envolvendo funcionários do banco estatal, chegou a movimentar um montante superior a R$ 500 milhões, no ano de 2010. Nesse mesmo ano, de acordo com as investigações, verificou-se que todos os contratos de financiamento firmados em uma única agência da Caixa, eram fraudulentos. Além disso, as investigações revelaram que mais de 5 mil pessoas podem ter sido prejudicadas com o esquema.

Como as pessoas ouvidas, cumpriam apenas mandados de condução coercitiva, estas foram liberadas logo após os depoimentos. Os documentos apreendidos serão analisados pela Polícia Federal, para saber qual a fraude foi aplicada em cada contrato. As investigações deverão continuar e, a Caixa e a Justiça deverão decidir sobre possíveis ressarcimento às pessoas lesadas pela fraude.

Esse ressarcimento, de acordo com o superintendente da Polícia Federal em São Luís, Alexandre Silva Saraiva, deverá ser em relação ao percentual que foi cobrado indevidamente, pela intermediação de financiamentos imobiliários.

Entenda como ocorria a fraude

De acordo com o delegado Sandro Rogério Jansen, coordenador da Operação Cartago, em 2005, a Caixa criou a figura do correspondente imobiliário, que seriam empresas terceirizadas que atuariam como prestadores de serviço à Caixa nos locais onde não houvesse agência do banco. Quatro anos depois, em 2009, a função desses correspondentes imobiliários foi ampliada, e eles passaram também a intermediar e facilitar o financiamento de imóveis pela CEF. De acordo com o delegado, esse serviço de intermediação resultava em um percentual de cerca de 3% do valor do imóvel, repassados às empresas.
“É nesse ponto que começa o esquema fraudulento, formado na maioria por funcionários da Caixa. Os gerentes começaram a criar empresas em nome próprio e em nomes de parentes e passaram a prestar esse serviço de intermediação de financiamento de imóveis, quando a própria Caixa havia proibido esse tipo de conduta. O problema se agravou quando, alguns mutuários se dirigiam à Caixa na intenção de financiar um imóvel, sem intermediação nenhuma, e os funcionários simulavam essa intermediação pelas empresas fictícias criadas por eles, e recebiam percentuais por isso”, explicou.

De acordo com o delegado, a fraude começava nesse ponto, na simulação de intermediação de contratos imobiliários, não existentes e que eram intermediadas por empresas de propriedade de funcionários da Caixa, sendo que algumas nem existiam.

Jansen revelou ainda que o esquema fraudulento teria avançado e, além de atuar como intermediadores de financiamento imobiliários, os funcionários criaram empresas de construção civil. Então, eles passaram a construir imóveis, também com empresas fictícias, em seguida, eles intermediavam a negociação com a Caixa e eles mesmo autorizavam esses créditos para os mutuários financiar os imóveis.

Ainda de acordo com a Polícia Federal, foram montados escritórios de atendimento dessas empresas, no interior das próprias agências da Caixa Econômica, utilizando assim o espaço físico, mesas, cadeiras e até mesmo computadores das agências, tendo os empregados dessas empresas, chegado a ter acesso à senhas restritas de funcionários da CEF.

Operação Cartago

A operação realizada hoje contou com a participação de 121 policiais federais dos estados do Maranhão, Minas Gerais, Ceará, Distrito Federal e Piauí. Os envolvidos no esquema poderão responder pelos crimes de gestão fraudulenta, estelionato, peculato, corrupção passiva e ativa, violação de sigilo funcional, inserção de dados falsos e sonegação fiscal. “Muitos dos funcionários investigados, tiveram movimentação financeira acima de R$ 1 milhão, o que é incompatível com os salários que recebiam, nas suas respectivas funções”, completou o delegado Sandro Rogério Jansen.
As investigações que culminaram na operação deflagrada ontem, foram iniciadas pela Polícia Federal ainda em 2012, após a própria Caixa Econômica Federal dar início a uma investigação administrativa e solicitar da PF, uma apuração criminal dos indícios de fraude.

Jansen confirmou que foram investigadas seis agências da Caixa, todas na capital e que nesse período, foi descoberto um total de 5.033 contratos feitos por meio de intermediação de correspondente bancário fictício, ou seja, mais de 5 mil pessoas podem ter sido lesadas com o esquema. O nome da operação faz alusão à queda da cidade de Cartago, que sucumbiu em decorrência da corrupção da aristocracia da cidade, durante a Terceira Guerra Púnica.

Blog Djalma Rodrigues

Eleições 2014: mais de 50% dos votos nulos não podem anular um pleito

A aferição do resultado de uma eleição está prevista na Constituição Federal de 1988 que diz, em seu art. 77, parágrafo 2º, que é eleito o candidato que obtiver a maioria dos votos válidos, excluídos os brancos e os nulos. Ou seja, os votos em branco e os nulos simplesmente não são computados. Por isso, apesar do mito, mesmo quando mais da metade dos votos for nula não é possível cancelar um pleito.

Segundo a legislação vigente, o voto em branco é aquele em que o eleitor não manifesta preferência por nenhum dos candidatos. Por sua vez, é considerado voto nulo quando o eleitor manifesta sua vontade de anular, digitando na urna eletrônica um número que não seja correspondente a nenhum candidato ou partido político. O voto nulo é apenas registrado para fins de estatísticas e não é computado como voto válido, ou seja, não vai para nenhum candidato, partido político ou coligação.

Segundo a legislação, apenas os votos válidos contam para a aferição do resultado de uma eleição. Voto válido é aquele dado diretamente a um determinado candidato ou a um partido (voto de legenda). Os votos nulos não são considerados válidos desde o Código Eleitoral (Lei nº 4.737/1965). Já os votos em branco não são considerados válidos desde a Lei nº 9.504/1997 (Lei das Eleições).

O ministro do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) Henrique Neves destaca que a eleição “nada mais é do que verificar a vontade do povo”. “O verdadeiro detentor do poder democrático é o eleitor, que se manifesta por certo candidato. Se a pessoa não vai à urna ou vai e vota nulo, ela não manifesta a sua vontade em relação a nenhum dos candidatos. Se poderia até dizer que ela está fazendo um voto de protesto, mas as regras constitucionais brasileiras dão peso ‘zero’ para esse voto de protesto: ele não é considerado para o resultado das eleições”, frisa.

O ministro explica que, caso haja mais votos em branco e nulos em uma eleição, os candidatos que teriam de obter o apoio de mais da metade dos votos para serem eleitos em primeiro turno, neste caso, precisarão do apoio de menos eleitores para alcançar a vitória. Por exemplo: em um pleito envolvendo a participação de cem eleitores, para ser eleito, o candidato precisará de 51 votos válidos. Na mesma situação, se dos cem eleitores 20 votarem em branco ou anularem seu voto, apenas 80 votos serão considerados válidos e, dessa forma, estará eleito quem receber 41 votos.

Anulação da eleição

Existem, no entanto, algumas situações que autorizam a Justiça Eleitoral a anular uma eleição. De acordo com o Código Eleitoral, art. 222, é anulável a votação quando viciada de falsidade, fraude, coação, interferência do poder econômico, desvio ou abuso do poder de autoridade em desfavor da liberdade do voto, ou emprego de processo de propaganda ou captação de sufrágios vedado por lei.

Ainda conforme o Código Eleitoral, em seu art. 224, “se a nulidade atingir mais de metade dos votos do país nas eleições presidenciais, do Estado nas eleições federais e estaduais ou do município nas eleições municipais, julgar-se-ão prejudicadas as demais votações e o Tribunal marcará dia para nova eleição dentro do prazo de 20 a 40 dias”. Em resumo, se ficar comprovado que determinado candidato eleito com mais de 50% dos votos nas eleições majoritárias cometeu uma das irregularidades citadas, a Justiça Eleitoral deverá anular o pleito e determinar um novo.

“Quando isso ocorre, todos os votos que foram dados àqueles candidatos são anulados. Esses votos anulados não correspondem àqueles votos nulos, quando o eleitor erra a votação [na urna]. São votos válidos que posteriormente são anulados porque houve uma irregularidade na eleição, e aí quando a quantidade de votos anulados chega a mais de 50% é que se faz uma nova eleição”, esclarece o ministro Henrique Neves.

Além disso, aquele candidato que deu causa à anulação do pleito e à consequente necessidade de realização de nova votação não pode participar dessa nova eleição. O ministro lembra que a Advocacia-Geral da União (AGU) vem cobrando desses candidatos o custo da realização de novos pleitos.

“Quando ocorre a anulação de uma eleição, a Justiça Eleitoral e a população têm prejuízo. Por isso nós [ministros do TSE] temos muito cuidado nessas situações de anulação de eleição. Há que existir uma prova muito forte e um fato muito grave para que se chegue à anulação de uma eleição. E aí tem que se iniciar um novo processo eleitoral: as eleições são marcadas pelos TREs [tribunais regionais eleitorais] em um curto espaço de tempo, há nova campanha eleitoral, o eleitor tem que pesquisar novamente a vida pregressa dos candidatos para saber dentro daqueles que se lançaram qual tem melhores condições de representá-lo”, observa.

Outra possibilidade de anulação de uma eleição por parte da Justiça Eleitoral é no caso do posterior indeferimento do registro ou cassação do mandato de determinado candidato que foi eleito com mais de 50% dos votos válidos. Um registro de candidatura pode ser negado, por exemplo, por estar o candidato inelegível ou por este não estar quite com a Justiça Eleitoral.

Como os candidatos podem recorrer das decisões dos juízes, dos tribunais regionais eleitorais e até do Tribunal Superior Eleitoral, em algumas situações, somente após a eleição tem-se a decisão final acerca do registro de candidatura. Dessa forma, mesmo depois de eleito, é possível que determinado candidato tenha de deixar o cargo devido ao indeferimento de seu registro e a consequente anulação de todos os votos concedidos a ele.

Em 2013, ao todo, 75 cidades realizaram novas eleições para prefeito e vice-prefeito. Já neste ano, ocorreu renovação de eleição em nove municípios. Em todas essas localidades, as eleições municipais de 2012 foram anuladas pela Justiça Eleitoral porque o candidato que recebeu mais da metade dos votos válidos teve o registro de candidatura indeferido ou o mandato cassado.

Para evitar a realização de novos pleitos e o consequente prejuízo à sociedade, o ministro Henrique Neves alerta os eleitores sobre a importância de se pesquisar o passado dos candidatos. “A coisa mais importante é o eleitor pesquisar e verificar a vida pregressa do seu candidato. Ele pode escolher se ele vai ler num jornal, se vai ver na televisão, se vai acompanhar o horário eleitoral, buscar na internet, ouvir de um amigo, mas o importante é ele ter informação”, conclui.

Do TSE

Flávio Dino vence o primeiro debate entre candidatos ao governo do MA

O candidato a governador pela coligação Todos Pelo Maranhão, Flávio Dino (PCdoB), venceu o primeiro debate que terminou há pouco na TV Guará. A avaliação é de jornalistas, políticos e internautas nas redes sociais.  Visivelmente mais tranquilo e preparado, o comunista soube apresentar com coerência suas propostas para as demandas dos maranhenses, mostrando que a sua campanha será pautada pela ética e por propostas para superar o atraso e melhorar a vida da população.  O candidato do grupo Sarney a governador, Edison Lobão Filho (PMDB), não aprendeu com os erros anteriores. Continua tenso, agressivo e acusando o despreparado. Usou e abusou do arsenal de frases feitas, mas em nenhum momento conseguiu aprofundar os questionamentos dos adversários. Não soube, por exemplo, como se posicionar sobre os baixos índices sociais do Maranhão ao ser provocado pelo adversário Flávio Dino.   A ausência dos nanicos do PSOL, PSTU, PPL e PCB talvez nem seria notada. Dos quatro, apenas Saulo Arcangeli conseguia ordenar as ideias e completar o raciocínio. Antônio Pedrosa continua sofrendo da síndrome de Haroldo Saboia; Joberval mal conseguia concatenar a fala, e o médico Zé Luís Lago finalmente mostrou a que veio, ao assumir o papel de candidatura auxiliar – ou laranja – da oligarquia Sarney.  A mecânica burocrática, a agressividade do mediador Américo Azevedo Neto e o péssimo sinal da transmissão foram os pontos baixos do debate da TV Guará.
O candidato a governador pela coligação “Todos Pelo Maranhão”, Flávio Dino (PCdoB), venceu o debate na TV Guará. A avaliação é de jornalistas, políticos e internautas que se manifestaram durante o evento através das redes sociais.

Visivelmente mais tranquilo e preparado, o comunista soube apresentar com coerência suas propostas para as demandas dos maranhenses, mostrando que a campanha da oposição será pautada pela ética e por propostas para superar o atraso e melhorar a vida da população.

O candidato dos Sarney a governador, Edison Lobão Filho (PMDB), não aprendeu com os erros. Apesar das sessões de media training, continua tenso, agressivo e acusando o despreparado. Usou e abusou do arsenal de frases feitas pelo marqueteiro Elcinho Mouco, mas em nenhum momento aprofundou os questionamentos dos adversários ou conseguiu justificar o fato de personificar a continuidade do grupo político que atrasa o Maranhão há 50 anos.

O playboy de Brasília não soube, por exemplo, como se posicionar diante dos baixos índices sociais do estado, ao ser provocado pelo adversário Flávio Dino. Muito menos convenceu ao reafirmar a continuidade do projeto da Refinaria de Bacabeira.

A ausência dos nanicos do PSOL, PSTU, PPL e PCB talvez nem seria notada. Dos quatro, apenas Saulo Arcangeli (PSTU) conseguia ordenar as ideias e completar o raciocínio. Antônio Pedrosa (PSOL) continua sofrendo com a síndrome do mentor Haroldo Saboia; Josivaldo Corrêa (PCB) mal conseguia articular a voz, e o médico Zé Luís Lago (PPL) finalmente mostrou a que veio, assumindo o papel de candidatura auxiliar – ou laranja – da oligarquia Sarney.

A mecânica engessada, o mau humor do mediador e o péssimo sinal da transmissão foram os pontos baixos do debate da TV Guará.

Do Marrapá(com edição)

segunda-feira, 18 de agosto de 2014

Campanha eleitoral de Flávio Dino na TV e no rádio começa nesta terça-feira

A campanha eleitoral do candidato da Coligação Todos Pelo Maranhão, Flávio Dino, estreia na TV e no rádio nesta terça-feira (19/08), com as chamadas inserções. São peças de 30 segundos que passam durante a programação regular das emissoras, ao longo do dia.

Na quarta-feira (20/08) estreia o programa eleitoral gratuito, no qual os candidatos têm mais tempo para expor suas propostas. Na TV, será às 13h e às 20h30. O programa de Flávio vai ao ar sempre às quartas, sextas e segundas-feiras.

No rádio, será às 7h e às 12h, também às segundas, quartas e sextas-feiras.

A propaganda eleitoral na TV e no rádio termina no dia 2 de outubro.

Justiça Eleitoral condena pesquisa fraudada por Edinho e O Imparcial

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O juiz federal Ricardo Rodrigues Felipe Macieira determinou a suspensão da pesquisa irregular divulgada pelo Instituto Econométrica/O Imparcial, que mostrava o candidato Edinho Lobão (PMDB) tecnicamente empatado com o oposicionista Flávio Dino (PCdoB).

O magistrado considerou irregular a divulgação de um quesito que excluía quatro dos seis candidatos a governador e induzia os entrevistados ao erro, atrelando a candidatura de Edinho aos petistas Lula e Dilma e a de Flávio Dino ao presidenciável Aécio Neves (PSDB) e ao ex-presidente Fernando Henrique Cardoso.

“Considero que a elaboração do quesito pode levar a um direcionamento da pesquisa e ao consequente comprometimento de sua eficácia e credibilidade. Esse quesito não aponta justificativa nem esclarecimento para que sejam os nomes dos dois únicos candidatos nele incluídos”, argumentou o juiz.

Encomendada pelo jornal O Imparcial, a pesquisa fraudulenta da Econométrica simulava um suposto empate técnico entre Edinho e Flávio com a intenção de inflar a candidatura do aliado do grupo Sarney.

Os números, no entanto, em nada correspondem ao atual quadro político e contradizem todos os outros levantamentos divulgados por institutos sérios, que apresentam o ex-presidente da Embratur com vantagem média de 30 pontos em relação ao segundo colocado.

Do Marrapá

Flávio Dino participa de debate da TV Guará hoje à noite

O candidato da Coligação Todos Pelo Maranhão, Flávio Dino, confirmou participação no debate da TV Guará que acontece nesta segunda-feira (18), às 22h. Será o primeiro debate entre os candidatos a governador do Maranhão nas eleições 2014.

A exemplo da sabatina que aconteceu na mesma emissora, no último dia 4 de agosto, Flávio Dino pretende expor aos eleitores suas propostas para transformar a realidade social do Estado.

O debate será feito em quatro blocos, dois com perguntas de candidato para candidato, um para perguntas gravadas por representantes da sociedade civil e o último para as considerações finais.

Nos quatro blocos os candidatos terão o mesmo tempo para apresentar suas propostas aos eleitores. Assim como na sabatina, o debate será mediado pelo apresentador Américo Azevedo.  Além da programação televisiva, a emissora também fará a transmissão ao vivo do debate por meio do site www.tvguara.com

Propostas

Primeiro dos candidatos a participar da sabatina na TV Guará, Flávio Dino falou sobre suas propostas para as áreas da saúde, educação, segurança, desenvolvimento econômico e meio ambiente. Organizada em três blocos, a sabatina fez a Flávio Dino perguntas da população e dos jornalistas Marcos Saldanha (TV Guará), Raimundo Borges (O Imparcial), Gilberto Leda (O Estado do Maranhão) e John Cutrim (Jornal Pequeno).

Ele confirmou aos eleitores, na ocasião, a garantia de água na casa de todos os maranhenses, a redução dos índices de violência, a melhoria dos indicadores educacionais e a redução da mortalidade infantil. E se comprometeu: “Vocês vão poder acompanhar todos os anos a evolução dos índices do Maranhão”.

Prefeito Tema desmente pesquisa divulgada em Tuntum



Acompanhado de diversos assessores diretos e do candidato a Deputado Federal pelo PT, Cláudio Lima,  que aderiu a Flávio Dino, o Prefeito de Tuntum Dr. Tema esteve presente ao programa Tuntum em Notícias comandado pelo jornalista no início da tarde de hoje(18) para desmentir a mais uma mentira que vem divulgada pelos representantes da oligarquia Sarney no município sobre pesquisa envolvendo a disputa para governador nas próximas eleições de outubro.
Dr. Tema foi enfático em dizer no programa Tuntum em Notícias que a vitória de Flávio Dino a governador caminha para a consolidação definitiva pelas últimas pesquisas verdadeiras que foram divulgadas, neste último sábado(16),   estabelecendo uma diferença em torno de trinta por cento a favor do candidato da Coligação o Maranhão é de Todos.
Na entrevista, também, o candidato a deputado federal pelo PT, Cláudio Lima acabou afirmando como o grupo a que pertencia forjou uma pesquisa nas últimas eleições municipais para confundir a opinião pública em torno da vitória esmagadora do Dr. Tema naquela eleições, disse Cláudio no programa desta tarde.
Aproveitando o espaço no programa Tuntum em Notícias, o Prefeito Tema  falou das obras que irão começar nos próximos meses em Tuntum com recursos do município e de emendas parlamentares, entre elas: o asfaltamento da Rua São Raimundo, a colocação de bloquetes no Bairro Mil Réis e do Povoado Arroz, disse o mandatário tuntunense.
Ao término da entrevista, Dr. Cleomar Tema disse que acredita na vitória de Flávio Dino em outubro próximo e parafraseando o ex-governador Eduardo Campos, morto tragicamente no último dia 13, líder do seu partido, ele ainda afirmou que não vai desistir do Maranhão.

O manto da esperança do sertão maranhense Abro diante de ti, camarada Flávio Dino




Emerson Araújo

O manto da esperança do sertão maranhense
Abro diante de ti, camarada Flávio Dino
Entrego-te com um feixe na mão
A cantilena dos camponeses do Maranhão
Que com foice afiada traçam o Estado da esperança
Neste outubro emblemático
E com o hino de uma nova internacional
De frontes alevantadas
Despacharemos o velho ditador
Para o aposento da sala de estar
Que ele não nos deu.

Esta é a cantiga mais forte, camarada
Da aurora carmesim que se faz do teu olhar
Das tuas palavras em encontros memoráveis
Com sabor de chuva, fruto de roça
Címbalos e saltérios bíblicos
Que nos levará a comer o melhor desta terra
Desta terra do nosso amado Maranhão
Exemplo para o mundo inteiro.

Mas canto, sim, porque sou do sertão
E com as mãos calejadas acredito no melhor dia
O teu dia que virá, cavaleiro da esperança
Esperança dos desvalidos do Maranhão
Nos diversos copos d’águas que não tivemos
Na roupa nova oriunda da compensação justa
Preço real da semente nascida da roça profícua
Saúde popular sem corrupções e corruptores vorazes
Na escola da manhã próxima, da hora urgente
Que se espelha no ombro da camaradagem
Da social de todos juntos.

É assim camarada, Flávio Dino
Que o sertão te oferta a flor branca
Do Ipê das nossas serras além do horizonte
Entre coqueirais, regatos,  açudes e olhares
Nesta festa dos umbrais, nesta roda de boa conversa
Que se fará o Maranhão com a tua vitória de outubro
A nossa vitória de bojo carmesim.

Prefeitos iniciam debandada para palanque de Flávio Dino

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As articulações ainda estão mantidas em sigilo, mas já é dado como certo que prefeitos preparam o desembarque da candidatura de Lobão Filho(PMDB) para reforçar o palanque oposicionista liderado por Flávio Dino(PCdoB). Várias fontes ouvidas ontem e sábado pelo blog confirmaram.

Além de prefeitos, vereadores, ex-vereadores e ex-prefeitos dados como certos na campanha do candidato do grupo Sarney estão de malas prontas para a oposição. “Pode ser, existem muitas conversas, os políticos estão ouvindo a opinião das bases e percebendo o sentimento de mudança e o desejo de votar em Flávio Dino”, disse o presidente do PCdoB, Márcio Jerry.

Existe, segundo uma das fontes, muita insatisfação com o modo como a campanha de Lobão Filho está sendo conduzida. Eles reclamam da falta de melhor diálogo e da postura do candidato nas poucas ocasiões em que puderam conversar com ele. “Ninguém sabe direito o que ele quer, não temos segurança. Fosse o pai, o senador Lobão, seria outra coisa”, confidenciou a fonte.

Ainda esta semana alguns prefeitos anunciarão abertamente o apoio, acreditam apoiadores de Flávio Dino. Outros já liberaram suas bases e há ainda os que aguardam chegar o final de agosto para mudar de lado.

Blog do John Cutrim

Todas as pesquisas apontam: Flávio Dino, Governador do Maranhão


domingo, 17 de agosto de 2014

Ao lado da viúva de Campos, Marina abre espaço no PSB


Foi ao lado de Renata Campos, viúva de seu companheiro de chapa à Presidência da República, que Marina Silva passou grande parte do tempo após sua chegada a Recife, na tarde de sábado (16), para as cerimônias fúnebres do ex-governador de Pernambuco Eduardo Campos.

Eram 19h20 quando a ex-senadora entrou na casa da família, no bairro recifense de Dois Irmãos, e quase 5h da madrugada do domingo (17) quando deixou o Palácio do Campos das Princesas, sede do governo estadual, onde acontecia o velório.

Desde que Campos morreu em um acidente de avião em Santos (SP), na quarta-feira (13), Marina está emocionalmente abalada e evita falar sobre seu futuro político. Nos dois dias que sucederam a tragédia, ficou reclusa em um apartamento em São Paulo, e só no sábado viajou a Recife.

Na cidade do aliado, Marina foi recebida como se fosse da família. Abraçou e conversou com praticamente todos os amigos e familiares que tomavam o terraço e a sala de estar da confortável, porém não luxuosa, residência dos Campos.

Foi consolada por Renata. Como relatou a Folha, Marina chorou ao ver a viúva pela primeira vez após o acidente e ressaltou mais uma vez "essa sua força".

A relação de Marina com a viúva de Campos é vista dentro do PSB como uma forma de a ex-senadora abrir caminho no partido. 

Diante das resistências que integrantes da legenda impõem para a inversão da chapa, Renata dá seu recado. Já disse a aliados que seria a vontade do marido morto ter Marina como candidata ao Planalto. 

Foi esse acolhimento de Renata que chancelou o que agora é consenso no PSB: Marina será a candidata do partido na disputa pela sucessão da presidente Dilma Rousseff e terá um vice pessebista, provavelmente o deputado Beto Albuquerque (RS). A escolha do companheiro de Marina também passará pelo aval de Renata, que, segundo interlocutores, será uma importante consultora da campanha. 

LADO A LADO

Foi ao lado dela e dos cinco filhos que a ex-senadora seguiu o cortejo fúnebre de Campos e seus dois assessores, o jornalista Carlos Percol e o fotógrafo Alexandre Severo, da Base Aérea de Recife até o Palácio do Campo das Princesas.

Esteve o tempo todo no local reservado para a família, bem próxima ao caixão coberto pelas bandeiras do Brasil e de Pernambuco e com um porta-retrato que mostrava um sorridente Eduardo Campos. Só deixou o espaço para beber água e descansar um pouco. Cerca de trinta minutos.

No salão principal da entrada do palácio, Marina era parada por visitantes que queriam tirar fotos. Pacientemente, atendeu a todos.

Já perto das 5h, voltou para o lado de Renata e quatro dos filhos que ela teve com Campos - o caçula, Miguel, de apenas sete meses, ficou com a família apenas no início do velório.

Marina e Renata trocaram confidências. Riram de causos de Eduardo, como preferem chamar o ex-governador, um grande imitador e contador de histórias.

Foram quase nove horas na incansável noite de homenagens a Campos. Marina estava visivelmente abatida. Seus assessores, como Nilson Oliveira, Neca Setúbal, Bazileu Margarido e o deputado Walter Feldman, aguardavam o pedido da ex-senadora para ser acompanhada de volta ao hotel, o que só aconteceu quando o domingo já amanhecia em Recife.

Campos dizia a aliados que havia construído uma relação de respeito com a ex-senadora. Ela, por sua vez, relata que já podia confiar completamente nas decisões de Campos. Estavam se entendendo.

O entorno dos dois, apesar das divergências em diversas decisões políticas, também procuravam acertar os ponteiros. Agora, dizem pessoas próximas, é Renata quem vai fiscalizar essa relação.

Folha de S. Paulo