quinta-feira, 10 de março de 2016

FLÁVIO DINO: 'IMPEACHMENT NÃO TRARIA ESTABILIDADE'

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Aliado da presidente Dilma Rousseff (PT), o governador do Maranhão, Flávio Dino, afirmou que "há quem imagine que impeachment traria estabilidade ao País e faria parar a Lava Jato"; "Dois monumentais equívocos", disse ele no Twitter; segundo o chefe do executivo, que é jurista, "Estado de Direito e soberania popular, mediante eleições periódicas, são conquistas que não devemos abandonar por aventuras e arroubos"; pela mesma rede social, ele culpou os banqueiros pela crise econômica nacional

Maranhão 247 - O governador do Maranhão, Flávio Dino (PC do B), voltou a defender a continuidade da presidente Dilma Rousseff (PT) no Palácio do Planalto. Segundo o chefe do executivo maranhense, "há quem imagine que impeachment traria estabilidade ao País e faria parar a Lava Jato". "Dois monumentais equívocos", disse ele no Twitter.

Ao justificar seu posicionamento, o governador, que é jurista, afirmou que "Estado de Direito e soberania popular, mediante eleições periódicas, são conquistas que não devemos abandonar por aventuras e arroubos".

Após uma reportagem do Valor intitulada "Lucro de bancos resiste mais à crise" (veja aqui), Flávio Dino culpou os banqueiros pela crise econômica nacional. Segundo ele os bancos "se beneficiam" da crise "mediante juros altos para atender ao 'mercado'". 

Em entrevista exclusiva ao 247, o governador já havia enumerado algumas razões para não haver a renúncia da presidente Dilma. Segundo ele, "um impeachment sem base jurídica não seria um ponto final, mas o início de um longo ciclo de vinganças, retaliações e violência".

O chefe do executivo afirmou que “o Brasil tem hoje uma classe dominante, representada pelo capital financeiro e pelos meios de comunicação, subversiva e que decidiu atear fogo às próprias vestes".

Sobre as manifestações do dia 13 deste mês, ele disse que a "tarefa urgente" é evitar violência. "Depois disso, Dilma terá que chamar todas as forças políticas ao diálogo e a oposição terá que reconhecer que o calendário eleitoral é 2018”, acrescentou (leia mais aqui).
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