terça-feira, 5 de abril de 2016

DILMA: NADA MUDA ANTES DA VOTAÇÃO DO IMPEACHMENT

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Presidente criticou "factoides" criados pela imprensa e confirmou nesta terça-feira 5 que a reforma ministerial só será feita após a conclusão do processo de impeachment na Câmara dos Deputados, cuja previsão de votação pelo plenário está prevista para a semana que começa no dia 17 de abril; "Não iremos mexer em nada até a conclusão de processos de votação", disse Dilma Rousseff, que visitou a aeronave KC-390, da Embraer, na Base Aérea de Brasília; segundo ela, falar em mudança ministerial agora é especulação; "São notícias sem base na verdade, sem consultas. Isso não é bom para o jornalismo. Lamento muito pois isso vai de minha saúde até a mudança na estrutura do governo. Por favor, temos de nos pautar pelo realismo"; a presidente voltou a ressaltar que impeachment sem base legal é golpe

247 - A presidente Dilma Rousseff afirmou nesta terça-feira 5 que o governo não está preparando nenhuma reestruturação ministerial antes da conclusão do processo de impeachment contra ela que corre na Câmara dos Deputados. A previsão de votação pelo plenário está prevista para a semana que começa no dia 17 de abril.

Em entrevista a jornalistas após inspecionar um avião KC-390 da Embraer, na Base Aérea de Brasília, Dilma criticou o que chamou de "factóides" criados pela imprensa e fez duras críticas ao jornalismo praticado no atual cenário político.

"Não iremos mexer em nada até a conclusão de processos de votação", disse. "São notícias sem base na verdade, sem consultas. Isso não é bom para o jornalismo. Lamento muito pois isso vai de minha saúde até a mudança na estrutura do governo. Por favor, temos de nos pautar pelo realismo", acrescentou.

Dilma destacou que todos que apostam na instabilidade política criam uma situação difícil para o país porque a estabilidade é essencial para a retomada do crescimento econômico e geração de empregos. 

Dilma voltou a dizer que pedir seu impedimento com base nas chamadas "pedaladas fiscais" é golpe, já que o advogado-geral da União, José Eduardo Cardozo, demonstrou claramente sua legalidade, ontem, na comissão especial da Câmara que analisa o pedido de impeachment.
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