sexta-feira, 3 de junho de 2016

PESQUISA APONTA QUE 62% ACHAM QUE GOVERNO TEMER SERÁ “PÉSSIMO”


Diante da estranha ausência de pesquisas de opiniões dos institutos tradicionais neste cenário político, o jornal O Vale, do Vale do Paraíba (SP), consultou seus leitores sobre o governo provisório de Michel Temer (PMDB); para a grande maioria, 62%, o governo de Temer será “péssimo”; apenas 3% dos leitores consideram que a gestão em uma eventual concretização do impeachment será “ótima” e apenas 9% acham que será “bom”; “Ruim” teve 26% dos votos

Por Revista Forum

As pesquisas de opinião política e popularidade de governantes duraram apenas até a aprovação do processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff na Câmara dos Deputados. Desde que Michel Temer assumiu interinamente a presidência, nenhum dos grandes institutos que tradicionalmente fazem pesquisas em cenários políticos acirrados fez um levantamento sobre seu governo.

Diante da ausência desses estudos, alguns sites e veículos noticiosos vêm fazendo pesquisas de opinião internas. Um deles é o jornal O Vale, do Vale do Paraíba (SP), que em seu site divulgou uma enquete para saber como seus leitores avaliam o governo do interino.

Até o momento da publicação desta nota, 4.941 pessoas haviam expressado sua opinião. Para a grande maioria, 62%, o governo de Temer será “péssimo”. Apenas 3% dos leitores consideram que a gestão em uma eventual concretização do impeachment será “ótima” e apenas 9% acham que será “bom”. “Ruim” teve 26% dos votos.


Com relação à presidenta Dilma também há uma escassez de estudos. O Ibope chegou a fazer, na semana passada, um levantamento que não foi divulgado. Maurício Dias, da Carta Capital, no entanto, teve acesso à pesquisa que revelou um aumento na confiança da população em relação à presidenta.

Reprodução/Tijolaço

O índice daqueles que confiam na petista subiu de 18% em março para 23% em abril e voltou a subir em maio, atingindo 33% dos entrevistados. A quantidade daqueles que dizem não confiar na presidenta, de acordo com o estudo, caiu de 80% em março para 65% em maio.