domingo, 24 de julho de 2016

DILMA: “A RESISTÊNCIA AO GOLPE VAI CONTINUAR”


Após o noticiário dizendo que a presidente eleita Dilma Rousseff "teria jogado a toalha" e vê a possibilidade de não voltar ao Palácio do Planalto, a petista informou, por meio sua assessoria, "que não existe, nem nunca existiu, a hipótese de renúncia"; de acordo com a nota, "não é de hoje que parcela da imprensa brasileira alardeia que a presidenta Dilma Rousseff considera improvável sua vitória no Senado. E que deveria desistir. Isso não vai acontecer"; "A resistência ao golpe vai continuar por meio de viagens da presidenta pelo Brasil e por meio do diálogo politico construtivo com o Senado"; segundo o texto, "aqueles que noticiam uma renúncia que jamais acontecerá desejam manter um aparente quadro de normalidade e encobrir com a renúncia a anomalia deste impeachment sem crime de responsabilidade, que é uma afronta ao Estado Democrático de Direito e à Constituição"

247 - Após o noticiário dizendo que a presidente eleita Dilma Rousseff "teria jogado a toalha" e vê a possibilidade de não voltar mais ao Palácio do Planalto, a petista informou, por meio sua assessoria de imprensa, "que não existe, nem nunca existiu, a hipótese de renúncia". De acordo com a nota, "não é de hoje que parcela da imprensa brasileira alardeia que a presidenta Dilma Rousseff considera improvável sua vitória no Senado. E que deveria desistir. Isso não vai acontecer".

"A resistência ao golpe vai continuar por meio de viagens da presidenta pelo Brasil e por meio do diálogo politico construtivo com o Senado", diz o texto. "O desejo dos golpistas é esconder a realidade: um processo de impeachment baseado em uma fraude, pois não aponta qualquer ato da presidenta Dilma Rousseff que possa configurar crime de responsabilidade".

Segundo a nota, por mais que o impeachment da petista "seja o desejo dos adversários políticos e do governo golpista", ela segue firme e determinada na luta para voltar ao Palácio do Planalto, "como forma de resgatar a democracia, em respeito aos 54,5 milhões de votos que obteve em 2014".

"Aqueles que noticiam uma renúncia que jamais acontecerá desejam manter um aparente quadro de normalidade e encobrir com a renúncia a anomalia deste impeachment sem crime de responsabilidade, que é uma afronta ao Estado Democrático de Direito e à Constituição", diz o comunicado.

A presidente também disse não ser verdade que "tenha se encontrado recentemente com o presidente do Senado, Renan Calheiros. Declarações supostamente atribuídas a ele não passam de especulação da imprensa, que continua produzindo ficção em vez de reportar fatos".