sexta-feira, 1 de julho de 2016

LUIZA BRUNET FOI AGREDIDA POR BILIONÁRIO


Um dos homens mais ricos do Brasil, Lírio Parisotto é acusado por sua companheira Luiza Brunet de agredi-la com chutes e socos; de acordo com Alcelmo Gois, a queixa foi representada no Ministério Público de São Paulo com o laudo de corpo de delito do IML feito por ela; a atriz conta que, ao chegar ao apartamento de um jantar com amigos em NY, ele partiu para cima dela, a derrubou no sofá e a imobilizou violentamente até quebrar quatro costelas dela; “Eu sempre tive uma família estruturada e sempre fui discreta em minha vida pessoal. É doloroso aos 54 anos ter que me expor dessa maneira. Mas eu criei coragem, perdi o medo e a vergonha por causa da situação que nós, mulheres, vivemos no Brasil”

247 - Um dos homens mais ricos do Brasil, Lírio Parisotto é acusado por sua companheira Luiza Brunet de agredi-la com chutes e socos.

De acordo com o colunista Alcelmo Gois, a queixa foi representada no Ministério Público de São Paulo com o laudo de corpo de delito do IML feito por ela. A agressão de Lírio, segundo Luiza, teria começado em NY, no restaurante onde eles estavam jantando com amigos. Ao ser perguntado se o casal iria a uma exposição de fotos, Lírio se exaltou. Disse que não iria porque da última vez ele foi confundido com o ex-marido de Luiza, Armando. Daí por diante, ele teria se descontrolado.

“Fui para Nova York acompanhá-lo para o evento Homem do Ano. Saímos do restaurante e pegamos um Uber. Ao chegar ao apartamento, ele me deixou dentro do carro e subiu”, conta Luiza. A atriz revela ainda que, quando subiu, ele partiu para cima dela, ofendendo-a verbalmente. Logo depois, deu um soco em seu olho, seguido de chutes. Luiza diz que ele a derrubou no sofá e a imobilizou violentamente até quebrar quatro costelas dela. Ela só conseguiu se desvencilhar depois que ameaçou gritar pelo concierge. Então, trancou-se no quarto e só saiu de lá no dia seguinte, após ter certeza de que ele não estava no apartamento, e voltou ao Brasil.

“Eu sempre tive uma família estruturada e sempre fui discreta em minha vida pessoal. É doloroso aos 54 anos ter que me expor dessa maneira. Mas eu criei coragem, perdi o medo e a vergonha por causa da situação que nós, mulheres, vivemos no Brasil. É um desrespeito em relação à gente. O que mais nos inibe é a vergonha. Há mulheres com necessidade de ficar ao lado do agressor por questões econômicas, porque está acostumada ou mesmo por achar que a relação vai melhorar”, disse.