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domingo, 16 de abril de 2017

A Páscoa Real



Por Emerson Araújo

"E, estando elas muito atemorizadas, e abaixando o rosto para o chão, eles lhes disseram: Por que buscais o vivente entre os mortos?

Não está aqui, mas ressuscitou. Lembrai-vos como vos falou, estando ainda na Galileia" (Lucas 24: 5,6)

Chegamos a este domingo de Páscoa querendo celebrar o Jesus Morto que não venceu a morte ao sair de sepulcro para a ressurreição, para a vida. Em algumas celebrações institucionais, ou/e familiares as marcas de um Senhor sem vida ainda perduram nos rituais como se fossem verdades definitivas de um cristianismo que deixou de perceber a mensagem de salvação e o júbilo do Deus todo poderoso sobre a humanidade.

Celebrar Jesus Morto, neste tempo de Páscoa, é atestar a limitação de Deus na sua onisciência e onipresença sobre tudo e todos, é confirmar que a morte se sobressaiu vitoriosa sobre a vida, a vida eterna. 

A ótica humana, nos rituais,  de um Deus que é limitado não pode perdurar mais porque não encontra substância na Bíblia, regra única de fé para quem acredita na vitória da vida sobre a morte, para quem foi resgatado para um nova aurora espiritual pelo novo nascimento averbado pelo sangue de Jesus na cruz e pela ressurreição deste mesmo Jesus que subiu para a glória de Deus como nosso advogado, como nosso único mediador com o Pai Celestial.

A narrativa que se encontra em Lucas 24 é a palavra profética de testemunho que Jesus não ficou no sepulcro, nos átrios dos mortos, a abertura da pedra e a sua saída da sepultura configurando a ressurreição confirma, acima, de qualquer celebração ritualística ou memorial, que o Pão da Vida vencera a morte, aleluia! E esta certeza deve ser o fundamento da Páscoa nos dias atuais. A Páscoa Real é Jesus vivo para dar vida a quem está morto na sua trajetória de pecados, de transgressões espirituais, também.

A Páscoa Real é a marca de um Deus vitorioso sobre todas as mortes, por isso que a narrativa de Lucas nos remete para a alegria da vida: abundante, nova, eterna. 

"Não está aqui, mas ressuscitou" deve ser o brado mais retumbante para que os cristãos possam se apresentar nestes dias, neste mundo.
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