sexta-feira, 6 de outubro de 2017

CONSÓRCIO DE CANDIDATOS DO GRUPO SARNEY NÃO DECOLA, APONTAM AS PESQUISAS


Baixada a poeira que levantou com a filiação de Roberto Rocha ao PSDB, a pesquisa apresentada pelo Instituto Exata, contratada pelo Jornal Pequeno, revelou o tamanho político do senador e a difícil missão que será evitar um novo fiasco da candidatura ao Governo do Estado, a exemplo do que ocorreu em 2002 quando renunciou por conta do pífio desempenho junto ao eleitorado, tendo que se engajar na campanha do Dr. Jackson Lago (PDT) para sobreviver politicamente.

Rocha, um dos integrantes do consórcio de candidatos sarneistas cuja missão será tentar levar a eleição de governador para o segundo turno, só perde no quesito rejeição para a ex-governadora Roseana Sarney (PMDB). Enquanto Roseana possui 46% de rejeição, o senador vem logo atrás com 35% e outros 30% também rejeitam outra candidata do consórcio: Maura Jorge (Podemos).

O pífio desempenho junto ao eleitorado do Maranhão faz com que os tucanos cada vez mais virem a nariz para o projeto do senador ser candidato a governador sem a menor perspectiva de sucesso, mas com o único objetivo de prestar serviço à oligarquia Sarney e tentar atrapalhar a reeleição do governador Flávio Dino, líder disparado nas pesquisas de opinião pública por conta da gestão transparente.

Coincidentemente, os três representantes do consórcio sarneista possuem os maiores índices de rejeição. E este fenômeno se explica pelo fato da população maranhense conhecer muito bem o DNA corrupto do grupo Sarney, assim como dos seus asseclas, e aprovar por grande maioria a administração de Flávio Dino, conforme mostrou o Exata em sua última pesquisa sobre sucessão governamental.

Pelos que tem apresentados os institutos que estão monitorando a sucessão do ano que vem, os três representes do sarneisismo no Maranhão não decolam e deverão sair das urnas menor do entraram. Já o governador Flávio Dino, que possui mais de 60 por cento de aprovação, provavelmente sairá bem maior e credenciado a alçar voos mais altos.

Blog do Jorge Vieira